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Rock Star por um dia.

Bom, acabei o quase eterno “Nintendo e eu”, devo confessar que não ficou como eu planejava, o último texto foi muito corrido, mas isso também não vem ao caso agora, talvez outra hora eu refaça ele…

No dia 06 de junho de 2009 (ontem, no dia que eu to escrevendo isso XD) aconteceu um evento de games aqui em Florianópolis e eu junto aos meus 2 irmãos resolvemos ir pra tocar num “Rock Band Festival”.

Mas aí 2 problemas surgiram, nós não tínhamos um vocal e eu nunca tinha tocado numa bateria de “Rock Band”…  Eu montei uma bateria com dicionários em cima da minha escrivaninha e assisti a alguns vídeos da música que agente ia tocar no youtube, pra ver se eu conseguia tocar junto, aquilo se mostrou muito mais difícil do que eu tinha imaginado, e logo eu passei de baterista pra vocal da banda, já que íamos tocar Everlong, do Foo Fighters e eu já conhecia a letra.

Eu não tava acreditando que aquilo daria certo, todas as possibilidades estavam contra nós, a gente ia precisar achar um baterista lá na hora, que provavelmente seria alguém que nenhum de nós conheceria e se virar na hora…

Chegando lá, fomos direto pra primeira fila que existia no local, eu tava achando meio estranho. Na fila tinha muita gente velha e nenhum cara da minha idade… Algo tava muito errado ali, então o Luiz ficou guardando lugar e eu fui perguntar pra alguém pra onde levava aquela fila, e como nós já suspeitávamos, aquela fila não levava pra um evento de videogames e sim pra uma feira de ESQUADRIAS!! (esquadrias são as “molduras” que ficam nas janelas e etc.)

Depois de achar a fila certa, surgiu mais um problema, eu não verifiquei se existia idade mínima pra entrar no evento e um dos meus irmãos tem 12 anos!! Mas como a fila tava grande, o cara da entrada olhou pra carteira e pra cara dele e não teve saco de calcular a idade dele XD, eu achei hilário isso.

Dentro do evento, muito tempo em pé, pouca coisa pra fazer além de procurar um baterista e esperar a hora passar, encontrar alguns conhecidos e dentre esses um que aceitou ser o baterista da banda, tudo parecia finalmente estar se encaminhando…

Nesse meio tempo, mais encontros com pessoas conhecidas, tentativa frustrada de ir bem num torneio de “Guitar Hero”…

E então finalmente chega a hora do “Rock Band Festival”, pra tocar lá tinham 4 bandas, as outras 3 já formadas antes do evento e só a nossa feita as pressas e despreparada pro show. Nesse meio tempo antes do festival começar, as bandas se encontravam reunidas ao lado do palco e uma entrevistadora estava (duh) entrevistando as bandas e quando chegou a hora da nossa, ela “notou” que faltava alguém na formação ( “Mas são só vocês 3??”) quando eu apontei pro meu irmão mais novo e disse que ele era da banda a mulher soltou um “Mas que fofinho!!” e perguntou pra ele o que ele fazia na banda, e ele muito tímido grunhiu “guitarra…” XD

Bom, as primeiras 2 bandas eram boas mesmo, em todos os sentidos, eu fui ficando nervoso, agente ia ser vaiado de certeza, eu não sabia tocar a batera e não acreditava que o vocal fosse ir bem… Estava tudo nas mãos dos meus 2 irmãos que iam ter que segurar na guitarra e no baixo…E a terceira banda entrou fazendo pose e com o ego inflado, não demorou nem 2 minutos pra platéia (sim! tinha uma puta platéia lá!!) vaiar e jogar bolinhas de papel entre outras coisas na banda.

E chegou a nossa vez… eu subi no palco primeiro e fui direto pra bateria, o Luiz pegou o baixo e o Leoanrdo pegou a guitarra, como era o planejado o vocal, o Vinícius apresentou a banda, dizendo que nós 3 éramos irmãos e que tínhamos  encontrado ele ali mesmo no evento e que eu nunca havia tocado numa bateria de “Rock Band”, e que apesar do fato de não ter ensaiado agente tava ali porque tinha vontade de tocar, e o público reagiu bem a nossa falta de preparo, deve ter sido pelo carisma do vocal (depois apelidado Wally do “Onde está o Wally?). Eu não botava muita fé nele, mas ele foi um ótimo incitador de multidão. XD A platéia tava empolgada e eu me levantei pra gritar com eles também e vi alguns conhecidos na platéia, sentei no meu canto pra esperar a música começar…

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Bom, Everlong começa com uma introdução só com a guitarra e quando eu me dei conta,o Leonardo já tinha começado a tocar e tendo ele ficado sozinho de um lado do telão enquanto nós 3 nos concentramos no outro, todo a atenção foi em direção dele e ao ver que ele realmente SABIA tocar, a platéia se empolgou vendo a imagem do garotinho loiro de 12 anos tocando direitinho meio encolhido devido a pressão e o medo de errar na frente de tanta gente.

O baixo entrou junto com a bateria,o Luiz levou o baixo numa boa, sem nenhum problema, mas eu tava tendo MUITOS problemas com a bateria… A escolha por uma dificuldade menor, que aparentemente facilitaria pra mim, tava atrapalhando, porque quebrava o ritmo da música e era mais lendo do que o “som” que fazia da bateria. Em resumo, eu tava muito perdido…

O vocal mostrou que realmente sabia cantar, cantou de forma perfeita! Não só em quesitos técnicos como entonação e tal, o moleque tinha presença no palco, conseguia empolgar a platéia e manter a atenção dela no show, O Vinícius se mostrou uma ótima surpresa pra mim, até ai tudo tava indo numa boa , menos eu e a bateria ¬¬”’, foi então que eu pensei, “foda-se! vo tocar isso como deve ser tocado!!” e comecei a tocar muito mais vezes do que as notas apareciam e a cantar muito alto…

Antes do show começar, eu fiquei implorando pro Leonardo pular com a guitarra pra fazer bonito, pra diferenciar a nossa apresentação das outras, mas ele tava muito tímido pra fazer isso, e durante o show eu gritava pra ele “Faz alguma coisa!!” mas ele parecia em um mundo paralelo e não respondia aos meus apelos…

Foi então que na parte da música em que todos os intrumentos param e só a guitarra continua que o foco da atenção voltou a ele, e eu num minuto de desatenção vi umas notas vindo na tela e pensei que eram do baixo, quando o Luiz falou pra mim “Vai João! São tuas!” e eu me enrolei um pouco e voltei a tocar, quando eu olhei o nosso pequeno guitarrista, ele num súbito movimento com os braços colocou a guitarra ATRÁS DA CABEÇA!!! E continuou tocando sem errar!!!! foi um “WOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOW!!!” geral!

Assim como esse baixista tá fazendo!

Assim como esse baixista tá fazendo!

Eu não consigo explicar como foi a sensação de ver aquilo, parece que o tempo parou por um período e que só depois de assimilar que aquilo era REAL, que o mundo voltou a girar e eu tenho certeza que não fui só eu que me senti assim, eu só sei dizer que aquela ação gerou uma onda de empolgação e de renovação de energia que fez com que agente tocasse ainda mais empolgado do que no começo.

A platéia assim como nós que estávamos no palco, não acreditou naquela cena surreal no ponto de vista deles(eu já vi ele fazer coisas bem mais inacreditáveis do que aquilo), pensa comigo, subiu no palco uma banda onde o vocal foi convocado ali mesmo dentro do evento e que teoricamente não tinha preparo algum, o guitarrista era um pirralho de 12 anos tímido, o que você ia esperar dessa “banda”?? Um show de bosta seria a sua resposta e a de todos que estavam ali na platéia… Pois além do guitarrista junior tocar direitinho, ele ainda colocava a guitarra atrás da cabeça e continuava sem errar (na dificuldade Hard!)!! Foi um soco no estômago seguido de uma empolgação tremenda vinda da platéia.

E então o nosso show acabou, agente foi aplaudido com gosto e desceu do palco (fora o Vinícius que pulou do palco pra platéia(não foi um mosh)) com uma sensação de vitória, eu tava com um sorriso de orelha a orelha e todo mundo parava pra falar comigo, de como o show tinha sido legal! E de como o guitarrista era bom!! E de como o vocal cantava bem!! E de como eu tava empolgado na bateria!! Não, ninguém falou nada sobre o Luiz no baixo…

E denovo a entrevistadora estava com seu companheiro entrevistador quando eu ouvi pelos auto falantes eles falando sobre mim!! O baterista!! Que tava super empolgado no show e que parecia o Dave Grohl, eu levantei os dois braços e gritei, eles me viram e eu fui até eles e falei algumas coisas que eu nao consigo me lembrar direito o que foram e o Vinícius apareceu lá comigo pra também falar um pouco com eles.

Agente saiu da “sala” principal do evento e foi pro barzinho ali perto tomar algo e sentar um pouco, quando eu ouvi que eles tavam divulgando os resultado e adivinhe?? Não, nós não ficamos em primeiros, mas ficamos em SEGUNDO lugar!!! UHULLL!!! Eu achava que ia ficar em último nisso… Foi mágico, foi ÉPICO!!! Uma das melhores sensações e experiências que eu já tive até hoje… Stupid Monkey (nome da banda) rocks!!

Então lembrem-se:

“LIVE AND LET ROCK!!”

Esse é o guitarrista estrela tocando no torneio de guitar hero no qual ele perdeu na segunda partida (e eu na primeira ...)

Esse é o guitarrista estrela tocando no torneio de guitar hero no qual ele perdeu na segunda partida (e eu na primeira ...)

Agora eu te pergunto Pops, QUEM PRECISA DE UM TORNEIO DE GUITAR HERO QUANDO SE FOI A ESTRELA DE UM SHOW HEIM!?!?

YOU ROCK POPS!!

Até outra!

E o tempo começou a esfriar…. E eu quebrei vários paradigmas próprios…. uhul!

Voltando, voltando, depois da era GameCube, foi anunciado pela Nintendo um novo aparelho que revolucionaria o mercado, o nome do aparelho era “Revolution” (duuuuuuh!! que tosco!)… e só isso era divulgado…. O que na verdade não me surpreendia, porque com o gamecube foi a mesma história, criavam uma puta expectativa antes de liberar informações concretas (o nome do gamecube enquanto ainda era projeto era Dolphin¬¬’).

Ai revelaram imagens do maravilhoso novo controle!!

O que pra mim sempre pareceu um controle remoto de TV...

O que pra mim sempre pareceu um controle remoto de TV...

Passou-se mais um tempo e foi revelado que o controle teria um “acessório”…

Um fio com umm marchinha e 2 botões...

Um fio com uma marchinha e 2 botões...

Beleza, começaram denovo a vender as coisas “em partes”, por que diabos eles não PLANEJARAM o desenho do controle e botaram todos os botões nele e o fizeram de um jeito que desse pra segurar de uma forma DESCENTE!?!?? E já que não se deram ao trabalho de PENSAR num formato de controle que se encaixe direito na mão, botaram uma “fitinha” pra amarrar no pulso, vai la ver se precisava de fitinha no super nintendo?!

Ah sim, e por que diabos eles não botaram o controle todo como um pacote, já que a maioria dos jogos NECESSITA das 2 partes pra funcionar direto… Malditos japoneses com tara por tentáculos capitalistas, tudo isso pra gastarem mais dinheiro com eles!

Okay…. Okay….  E finalmente, o console vem a tona!

É, a foto é meio torta pra ver se ele fica mais onipotente...

É, a foto é meio torta pra ver se ele fica mais onipotente...

E revelaram ao grande público que o novo maravilhoso console ( que não era mais “revolution”, que era um nome ridículo, agora era chamado Wii, tá, não melhorou nem um pouco no quesito nome) teria um “sensor de movimento” que reponderia ao movimentos do jogador!! Uhul!! Eu sonhei por anos com um console onde o meu corpo fosse o “controle” onde cada movimento meu fosse fielmente executado na tela, imagina um Street Fighter assim! ^-^

Eu começei a ver uns vídeos e ler a respeito, e todo aquele primeiro encanto foi se perdendo… os jogos eram feios (não que eu seja tão hipócrita a ponto de não gostar de um console pelo fato dos gráficos serem ruins, mas no caso do Wii parece que é descaso mesmo) e simples demais, não possuiam enredo nenhum…

Meus irmãos tiveram a brilhante idéia de juntar grana pra comprar um Wii, eu fui contra a idéia des do início, mas ninguém me deu ouvidos e alguns meses depois, numa bela tarde, eu chego em casa e encontro um Wii em cima da mesa…. ¬¬

Instalei aquilo e coloquei o Wii Sports pra rodar, não demorou nem 5 minutos pra mim perceber que os comandos não respondiam como deviam(vide soul calibur legends) e que a simplicidade era um fator que me desestimulava, pois os jogos não passavam de uma repetição infinita das mesmas coisas…

E não me venha com esse papinho que nem todo jogo de wii tem gráfico ruim e nenhum enredo! Porque pra isso, o meu argumento é, TODO JOGO “BOM” PRO WII NÃO USA O SISTEMA DE MOVIMENTO E PODERIA FACILMENTE SER LANÇADO PRA OUTRO CONSOLE!! Veja como exemplo alguns jogos que eu “gosto” no Wii, Mario Kart é melhor de jogar usando o controle do gamecube, Super Smash Bros Brawl (que pra mim não chegou a ser nem um décimo do que o melee foi antes) é MUITO melhor de ser jogado no controle do gamecube e Fire Emblem não usa o sistema de movimento em parte alguma…

Fazendo um tópico só sobre o Brawl, ele prometia maravilhas que os jogadores nunca antes sonharam!! Ele teria SOLID SNAKE!!!

SHOWTIME!!! (OMFG!!!)

SHOWTIME!!! (OMFG!!!)

SOLID SNAKE!!!!!!!!!!! OMFG!!!! Mais tarde eu COM CERTEZA escreverei algo sobre ele e sobre toda a série Metal Gear, mas analizando ele, ele tem mullets, um ponto de “legalzismo” pra ele, ele tem barba, mais um ponto, ele é macho mesmo, não é como esses heróizinhos de hoje em dia que ficam de frescura quando a situação aperta, mais um ponto pra ele, ele usa uma BANDANA de um jeito completamente estiloso, e pelo amor de Deus! mais DOIS pontos por isso!! Fora o fato que ele salvou o mundo da obliteração nuclear uma carrada de vezes…

Mais um pouco de Solid Snake... XD

Mais um pouco de Solid Snake... XD

Mas voltando ao Brawl, o jogo ficou mais devagar, isso é fato, quem tava acostumado com a velocidade insana do melee se sentiu “preso” jogando o brawl, personagens que antes tinham como ponto forte a velocidade (Fox, Sheik…) se tornaram muito fracos quando comparados a outros que se valem da força. Os personagens “forçudos” também se tornaram um problema, eles são verdadeiros tanques!! Exemplo: O Ike consegue numa boa matar um personagem com 0% de dano num só golpe!! Nem O FALCON PUUUUUUUUUUUUUUNCH!!!! Conseguia isso… E também existe o “forçudinho” sem pescoço Ganondorf…. Eu tenho medo dele quando ele começa a “correr” (porque aquilo não é uma corrida, e sim uma caminhada mais rápida!), quase nada consegue parar ele… As fases novas não são tão criativas e funcionais (isso mesmo, as 2 coisas ao mesmo tempo) quanto eram nos outros jogos e os itens novos são ridículos e muitas vezes de utilidade duvidosa (veja a smart bomb funcionando e você vai entender…)

Dos personagens novos apenas alguns se salvam, e desses, o Sonic é o que mais me causa revolta. Tá certo que ele pela lógica deveria ser o personagem mais rápido, mas pra isso eles tiveram que “lentear” os outros personagens!! Porra! Deixa o bostinha do Sonic mais rápido que os outros!! Não diminui a velocidade dos outros pra deixar o escrotinho mais rápido!!Cacete!

E por fim, a “maravilhosa” Smash Ball… Que idéia infeliz essa… criar um super golpe pra cada personagem…. pena que eles não tem a mesma “eficácia” em todos, por exemplo o final smash da Zelda, ela atira uma flecha e todos os atingidos morrem, mas a flecha é um filete de luz!! é muito difícil acertar os 3 adversários, já outro, como o do Fox, onde CÁI UM TANQUE do céu que o jogador passa a controlar por um tempo é capaz de matar até 2 vezes cada adversário, totalizando 6 pontos no máximo….

Mas voltando ao Wii e seu sistema “inovador”, quase todo jogo se resume a “punhetagem” de controle, o que é frustrante e extremamente danoso  ao braços… A têndinite agradece… E até mesmo a mobília…

Resumindo, se você tiver dinheiro e for comprar um Wii, compre um pS3 ou um XBOX360… Esse é o meu conselho…

Até outra!!

(acabeiiiiiiiiiiii!! acabeiiiiiiii!!! uhuuuuuuuuuul!!)

Eu to enrolando demais pra acabar com isso e poder escrever sobre assuntos mais “variados”…

Continuando de onde parei…

Após retirar a Master sword de seu “selo” o jovem Link se torna…

Link adulto!!

Link adulto!!

OH MY GOD!!! ELE CRESCEU!!! Na boa, pode parecer muito podrera agora, mas na época foi mágico!! Foi ÉPICO!!! voltando voltando… concentre-se pequeno Jota…

Okay, Link cresceu, ficou fodão, tinha uma puta espada e tava pronto pra descer o cacete no Ganondorf! Afinal, ele não era mais um mini mini que não usava calças (!?).

A propósito, esse aqui em baixo é o Ganondorf…

Rei Napa Ganondorf

Rei Napa Ganondorf

Porém… Havia um pequeno probleminha…. o crescimento de Link não aconteceu de um minuto pra outro… passaram-se anos dentro de uma fração de segundo (o que você esperava?? a espada tava dentro do “temple of time”, TIME!!) e na ausência de Link, Ganondorf tocou o puteiro no mundo, transformou a cidade casteleira em um recanto para os mortos vivos com máscara de madeira, sequestrou a princesinha indefesa (que se disfarça de ninja e aparece pra te ajudar em alguns momentos, o que me leva a indagar o POR QUÊ dela SEMPRE voltar pro castelo onde ela foi aprisionada se ela é uma(um) NINJA e sai de lá o tempo todo!?!?!), reinando absoluto como senhor de Hyrule…

Aí Link sai pelo mundo, passando por todos os lugares que tinha passado antes, mate um monte de bicho, salva mais um monte de pessoas, cata 6 pedras que fazem com que uma ponte arco-íris seja criada e entra no castale que outrora fora da princesa Zelda.

A propósito…

Zelda, leitor. Leitor, Zelda. Agora apresentados ^^

Zelda, leitor. Leitor, Zelda. Agora apresentados ^^

Então Link chega ao topo do castelo, onde batalha contra Ganondorf, que depois vira Gannon, que apanha denovo até morrer, o castelo começa a ruir, e Link tem que levar Zelda em segurança pelos corredores que desmoronam. Mas peraí! Ela é uma NINJA!!! POR QUÊ DIABOS O LINK TEM QUE PROTEGER ELA?!?!?!?! Okay, eles saem salvos e Link NÃO fica com ela, FIM! (minha descrição tá ridícula, to tentando não perder muito tempo nela, o jogo é realmente muuuuuuuuuuuuuuito bom, se nunca jogou, ele vale a pena!)

Depois eles lançaram uma “continuação”, o Majora’s Mask, mas nem de longe ele foi bom como o Ocarina of Time…

Pulando o N64 alguns anos, veio o GameCube (GC), com seus “gráficos realistas” o GC me fez juntar dinheiro por 4 anos pra poder comprar um…

GameCube

GameCube

Meu pai tava como sempre “garimpando” os classificados do jornal e encontrou um anúncio de venda de GC com 1 jogo (pikimin, ewww) por 500 reais!!! na época, o GC custava uns 1200, e sem jogo, agente foi de madrugada pra Lagoa comprar a bendita máquina…

Comprando o GC eu não tenho muito do que falar, mas esse foi pra mim o “início do fim” da Nintendo como empresa, os jogos pra GC não eram mais tão bons, tirando algumas exceções como Super Smash Bros Melee, que causou 3 controles estragados devido ao seu uso excessivo, Smash era realmente muito bom e por um bom tempo, ele justificava a compra do aparelho, Phantasy Star Online(que era jogado off line com a tela dividida) também era muito bom, os títulos bons eram poucos e isso é fato, o Zelda lançado pra GC não chegava aos pés de Ocarina of time, o tão bem falado Metroid Prime não me surpreendeu, Mario Kart teve seu pior título…

Resident Evil 4 e Metal Gear: The Twin Snakes também se destacaram nesse tempo…

Os jogos eram caros e o console quase sempre dava problemas assim como os controles, somando mais dinheiro gasto com manutenção e reposição de peças…

Como eu disse, foi o início do fim pra mim…

The Legend of Zelda: Ocarina of Time, um grande jogo que marcou a vida de todos que o jogaram, me incluindo nesse grupo…

O nome dele NÃO é Zelda!

O nome dele NÃO é Zelda!

Bom, o jogo começa durante um sonho do jovem Link, no qual ele se encontra nos portões de um castelo de onde surge uma mulher num cavalo carregando uma menininha que olha para Link como se pedisse sua ajuda, para logo em seguida, do mesmo portão, surgir um homem sombrio montado num cavalo negro que olha com desprezo para Link e então Link acorda.

Oh my God!!

Oh my God!!

Link é um “Kokiri”, um elfo da floresta que nunca cresce e é acompanhado de uma fadinha (Navi!! e seu bordão “LISTEN!!”). Após acordar, o jogador passa a controlar link e é avisado pela Navi (Link era o único Kokiri que ainda não tinha sua própria fada) que a “Grande árvore Deku” (Great Deku Tree) quer levar um papo com ele.

Até ai nenhum problema, eu com a minha genial inteligência de quarta série pensei, “Pô, é só achar a árvore, ela nem anda nem nada.” e sai atrás dela. Achar o caminho que levava a ela foi relativamente fácil, o problema é que para o “guardinha” me deixar passar (eu tentei matar ele de todos os jeitos possíveis antes) eu precisava ter uma espada e um escudo. O escudo foi tranqüilo, ele tava na lojinha e era só conseguir a quantia de Ruppes (dinheiro) necessária e pegar ele na lojinha.

Já a espada… a espada eu demorei 1 semana pra achar… entre voltas pela vila, passeios em Lost Woods eu encontrei um “buraco”, uma pequena passagem escondida atras do mato, eu ja tinha reparado naquele buraco mas não fazia idéia de que ao me aproximar dele, o “action button” me “ofereceu” a opção de entrar por ele… ¬¬”

É, na hora eu fiquei com cara de bunda por não ter percebido antes, mas também fiquei muito feliz de poder sair FINALMENTE da vila Kokiri!! UHUL!!!

Chegando na Deku Tree, existe o primeiro “dungeon” do jogo, nada muito complexo, primeiro chefão e por ai vai…

Depois disso tudo, Link finalmente sai a andar livre pelo mundo, e como era grande o mundo!!! E mais mágico ainda, anoitecia enquanto se jogava (dava pra ver o sol se movendo, se pondo e nascendo, assim como também a lua) ooooooooooh! Maravilhas da tecnologia, me deixando fascinado desde 1999. XD

Eu fiquei no mínimo, 1 ano pra zerar o Ocarina of time, descobrir que no Hyrule field quando anoitece ENCHE de caveiras (e sim, elas são infinitas!!) Kakarico village e suas galinhas assasina (pra quem não jogou, existem galinhas espalhadas pela cidade e da pra bater nelas, só que depois de uma certa dosagem de violência gratuita, a galinha se revolta…  e chama todo o bando das galinhas pra te descer a porrada!!), A primeira vez que Link entra no “temple of time” e retira a Master sword da pedra… uhhhhhh

Go for it Link!

Go for it Link!

Opa, não consegui terminar de escrever tudo no último post devido a falta de tempo e o excesso de trabalhos da universidade, então, retomando o raciocínio…

Outros jogos da era SNES que também merecem alguma citação da minha parte. Megaman X com certeza é um deles, por um período bem longo eu alugava o cartucho todo final de semana, mas nunca cheguei a zerar o jogo( é uma das frustrações da minha vida). O jogo em si é muito bom, o conjunto “jogabilidade + gráficos” funciona muito bem aqui. A história não é lá grande coisa, mas as “inovações” que o jogo trazia( todo mundo lembra de quando descobriu que o Megaman podia “grudar” na parede e ir escorregando devagar) eram fantásticas!! Além do sistema onde a cada fase passada, alguma alteração surgia em outra, modificando a fase e não esquecendo de citar o “sistema megaman” onde a cada chefão derrotado uma arma nova correspondente ao chefão é adquirida e quando usada contra o chefe certo, torna a luta muito mais fácil.

Primeira fase do Megaman X

Primeira fase do Megaman X

Top Gear 2 e seu sistema de “upgrade” nos carros, Goof Troops e a ótima experiência multiplayer que ele proporcionava por tardes e tardes, Rock ‘n’ Roll racing e sua trilha sonora empolgante e jogabilidade diferenciada, Final Fight 3 e a posibilidade de chamar um amigo e acabar com a gangue que aterroriza a cidade usando o prefeito ex-lutador de luta livre de bigode(!?) e um ninja urbano de all-star(!?), Bart’s Nightmare e seu mundo psicotrópico (fui zerar e entender esse jogo ano passado), Mario Kat e o mítico modo de 500 cc que até hoje eu nã sei se foi um sonho meu ou se ele realmente existe.

1996 e o lançamento do maravilhoso Nintendo 64(N64), eu lembro de ver em revistas as imagens em 3D, 3DDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDDD!!! ( e isso em 96 era do caralho!!) do Mario correndo por um mundo onde a exploração não se restringia ao “pra frente e pra trás”, uhhhhh, as maravilhas da tecnologia. ^^

NINTENDO SIXTY FOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOUR!!!

NINTENDO SIXTY FOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOUR!!!

Eu sempre dava um jeito de passar nas lojas americanas, onde sempre tinha um desses instalado com Super Mario 64 pra dar uma jogadinha, sempre com meu pai palpitando no meu lado (nessa época eu já tinha me sagrado como um jogador melhor que ele). Era um aparelho caro pra época, de modo que demorou um tempo pra conseguir convencer meu pai a me comprar um… Quando eu finalmente consegui um…

Quase a igual a minha reação.

E foi como a “magia do 3D” chegou até mim, Mario 64 e suas fases completamente diferentes entre si que criavam muitas possibilidades de “coisas novas” a se fazer, não sei quantas vezes eu simplesmente passava as tardes voando na primeira fase ou escorregando no escorregador de gelo do pinguim gigante… ah… bons tempos…

Passado mais algum tempo, aproximadamente 1 ano e agente saiu atrás de jogos novos, que se mostraram na forma de Bomberman 64 e Starfox 64, esse último eu devo confessar que comprei pelo fato da caixa ser maior que as outras, pois vinha com um “rumble pack” (trambolho grande que encaixa em baixo do controle e faz ele “tremer”), pra só depois perceber que o jogo era muiiiiiiiiiito bom (e depois de matar os meus aliados pra perceber que eles eram meus aliados ^^”’ ).

E então o momento mais mágico do N64 aconteceu num natal, meu pai liga pra mim dizendo que o jogo que o meu irmão queria não tinha em loja nenhuma e que ia trazer um tal de “Zelda” no lugar do outro jogo. Eu fiquei meio desapontado por não ter o jogo que agente queria, mas fazer o que, ia ter que me contentar com o tal do “Zelda”… Quando o jogo chegou, uma expectativa estranha se formou no “seio familiar”, na capa do jogo dizia “premiado como o melhor jogo de 1999” e sua abertura nada mais era do que um jovem vestindo roupas verdes cavalgando no meio da noite com uma majestosa lua cheia no fundo, algo bem vago porém, provocava uma sensação de que algo épico ia acontecer…

Abertura Zelda Ocarina of Time

continua…

(Prometo não fazer a piadinha sem graça que na grande maioria das vezes é citada por pessoas com cargos paternos, é, é a do “não intendo”)

Bom, a história da Nintendo começou a muito tempo atrás, num reino mágico chamado Hyrule… onde um jovem tem a missão de lutar contra o malígno tirano que após sequestrar a princesa do reino…. Okay, isso é Zelda, e isso entra mais tarde nessa história…

A Nintendo foi fundada como uma empresa de produção de cartas de um jogo (de cartas!!) tradicional japônes, mas essa parte ninguém liga, ninguém se importa. Vou pular pra parte mais interessante.

Em algum momento de sua história (odeio datas, mas foi nos anos 70) Shigeru Miyamoto foi contratado (um japonês muito sorridente) e recebeu como uma de suas primeiras tarefas criar um jogo de arcade (fliperama) que pudesse ser comercializado no Japão e mais tarde nos Estados Unidos e na Europa. Desse devaneio todo surgiu Donkey Kong, não o jogo pra Super Nintendo que todo mundo já jogou, mas um jogo de plataforma onde Jumpman (que mais tarde seria rebatizado de Mario) precisava escalar uma estrutura de ferro enquanto se esquivava de barris lançados por uma macaco gigante para salvar a donzela sequestrada.

Run Jumpman!!

Run Jumpman!!

Pulando um pouco mais no tempo (eu não to tão afim de escrever sobre os períodos que eu não presenciei) foi lançado o primeiro videogame caseiro da Nintendo, o Nintendo Entertainment System (NES) o vulgo Nintendinho. Junto com o console, vinha o cartucho do jogo Super Mario Bros, fator que catapulteou (neologismo rocks!) as vendas do console. Eu nasci no fim do ciclo do NES, então também não vou me ater a ele, ele fica aqui como citação. ^^

Esse é o NES, eu acho ele simpático ^^

Esse é o NES, eu acho ele simpático ^^

1991!!(eu tinha 3 anos) Foi lançado o novo console da Nintendo!!! o Super Nintendo(SNES) !!! Uhul!! Eu lembro de assistir meus primos mais velhos jogarem Super Mario World ( e quem não jogou??) e ficar maravilhado com aquilo. Passaram se uns 2 anos e eu finalmente ganhei o meu próprio SNES, vindo diretamente do Paraguai com 2 cartuchos!! Olha que maravilha!! Eram eles Teenage Mutant Ninja Turtles 4: Turtles in time (conheçido como o jogo das Tartarugas ninja que dava pra jogar com 2 jogadores) e Super Mario World.

SNES, eu até hoje acho que o controle dele é o melhor de todos os tempos

SNES, eu até hoje acho que o controle dele é o melhor de todos os tempos

Nessa época, meu irmão (o Luiz) era muito novo, então meu parceiro de jogatina era o meu pai. Um pirralho de 5 e um marmanjo de 30 e poucos discutindo pra ver quem pegava o “cospower” (aquela pizza vermelha do jogo das tartarugas ninjas que fazia com que o personagem saísse girando e matando tudo o que encostar nele) deve ter sido uma cena muitoooooooo bizarra. Passado um pouco a febre das tartarugas ninjas, (e zerando o jogo diversas vezes) Super Mario World se tornou o centro das atenções. Pra uma criança de 5/6 anos, as fases onde existia aguá “nadável” (neologismo rocks!(2)) eram mortais!Me lembro que eu sempre morria na primeira fase da aguá, a terceira do primeiro mapa subindo pela direita. ¬¬”’

Existiam também vários boatos sobre caminhos secretos e toda semana eu escutava alguém que tinha achado algum caminho novo super secreto fodástico que no final das contas não existia.

Street Fighter 2 surgiu nessa mesma época, Pô, naquela época um simples “meia lua + soco” era algo muito difícil de ser feito, Hadoukens eram comemorados toda vez que apareciam! As disputas pra ver quem escolhia o Ryu primeiro, (agente não conhecia a manha de poder usar 2 personagens iguais) destroçar aquele seu amigo metido a espertinho que achava que o Dhalsim era melhor por que conseguia esticar os braços , apanhar do Zangief no single player, ganhar do Zangief no single player eram coisas muito divertidas de se fazer.

Até chegar no Vega… Perder várias vezes seguidas pra um ninja-toureiro-espanhol-narcisista-afeminado não era uma experiência muito boa. Até hoje eu tenho uma puta raiva do Vega por causa disso. Era muito difícil quebrar ou bloquear o pulinho que ele dava depois de subir na grade, a tarefa era ainda mais difícil devido a incapacidade de usar hadoukens e shoryukens que eu tinha.

A primeira vez que eu consegui zerar o jogo foi usando o Blanka(!?)

Não vou falar da história envolvendo o start e a Chun-li por quê TODO mundo já fez isso alguma vez na vida (todo mundo MESMO!).

Hadooooooouken!!!!!

Hadooooooouken!!!!!

Post Inicial

Post inicial aqui estamos… hum… acho que o mais correto seria explicar aqui o grande “por quê” de criar esse blog, bom, eu sempre gostei de escrever sobre assuntos diversos (entenda escrever por criticar na maior parte das vezes, mas não tome por crítica apenas a depreciação de algo, uma crítica pode muito bem ser uma coisa positiva, exaltando qualidades).

É, isso é um joinha

É, isso é um joinha

Não acho que eu deva definir um caminho ou um “segmento” pro blog, vou escrever sobre o que eu quiser, o que pode variar de jogos e quadrinhos ao buraco na camada de ozônio. sempre que eu achar que algum tópico ou assunto merece ser dissertado, eu procurarei fazer isso por aqui. Não se surpreenda se o assunto abordado for a musiquinha chata que toca no hoshigami (não sabe o que é? google it!) ou sobre a minha indignação sobre o fato das revistas de videogames promoverem mais a vida pessoal de seu redatores do que mostrar informações ÚTEIS e PERTINENTES ou até sobre os motivos pelos quais você não (isso mesmo, NÃO) deve entrar no mar.

Sem mais enrolações, por aqui eu encerro esse post enrolação (ops… era pra ser apresentação XD).

See ya!